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quinta-feira, maio 03, 2012

Nunca é demais lembrar...

Que é preciso ter cuidado na informação que se partilha nas redes sociais:

In a recent study, Consumer Reports shows exactly why that figure is nothing short of disastrous, and how over-sharing publicly can be used against Facebook users.
4.8 million people have shared details about their plans for a certain day, making it publicly known when their houses are going to be empty, and 4.7 million have ‘liked’ a Facebook page related to health issues or treatments – exposing details that can be used against them by insurance companies.
Out of the 150 million Facebook users in the US, almost 9% are sharing personal information, but seem to be completely oblivious of the fact, and the lack of awareness has had its consequences. A projected 7 million households with members on Facebook have been harassed or threatened or had users log in to their accounts without permission, a 30% increase on the previous year. 

terça-feira, maio 01, 2012

Teremos Google e Facebook daqui a 5 anos?

A Forbes publica um interessante artigo sobre o ciclo de vida das empresas tecnológicas a operar na Internet e baseia-se em estudos académicos para sustentar os seus pontos de vista.

Não se trata de mais um artigo a vaticinar o fim de alguns gigantes, no caso a Google e o Facebook. O artigo baseia-se também na análise da história para demonstrar que, ao ritmo que a tecnologia evolui, principalmente no ambiente web, esse fim tem de ser visto como algo natural. Mais: a vitalidade de uma empresa depende invariavelmente do momento em que aparece.

E dá um exemplo muito conhecido por todos: a inadaptação da Google à web social. Lê-se no artigo que a Google revolucionou a agregação de conteúdos na Internet. A forma como pesquisamos na web e, principalmente, os resultados que obtemos nada têm a ver com os processos utilizados pela Yahoo ou Altavista.

No entanto, aquando do aparecimento da web 2.0 e de empresas como o Facebook, a Google desvalorizou as potencialidades e, pior ainda, a importância que a web social iria ter nos anos seguintes. E por muitos projectos e tentativas que tenha feito em apanhar o comboio das redes sociais, nunca vai ser capaz de competir nesta área de igual para igual.

Acrescentaria mesmo que isto não se deve apenas à inadaptação da Google, mas também aos preconceitos (no sentido literal do termo - ideias pré concebidas) que os utilizadores possuem: quando pensamos em Google pensamos em pesquisa de informação, não pensamos em interacção social.

Vale a pena ler o artigo completo:

segunda-feira, março 05, 2012

leituras da semana: Facebook, iBookstore, Pinterest e outras

Ao longo da semana vou guardando no Instapaper os artigos que pretendo ler ou reler mais tarde, o que, normalmente, só acontece durante o fim de semana. Quando me apercebo tenho mais de 50 artigos por ler, sem contar com alguns que ficaram das semanas anteriores. Da semana que passou destaco as seguintes notícias e trends:

Facebook Timeline para páginas
aqui destaquei alguns artigos que analisam as recentes novidades no Facebook e apenas acrescento o post do Techcrunch que sintetiza bem as novidades mais importantes ao nível da Timeline para páginas.

Fragmentação nas livrarias digitais
O site mediabistro noticia que a Apple não venderá na iBookstore a edição ebook no novo livro de Seth Godin porque o mesmo inclui, na bibliografia, links para outras obras suas à venda na Amazon. O autor expressa o seu descontentamento com estes novos gatekeepers da cultura: "We’re heading to a world where there are just a handful of influential bookstores (Amazon, Apple, Nook…) and one by one, the principles of open access are disappearing."

Tráfego móvel
De acordo com o estudo da Chitika, noticiado pelo TNW, o tráfego online a partir de dispositivos móveis disparou 35% no último ano. Apesar deste crescimento, os computadores ainda são responsáveis por 89.45% de todo o tráfego na Internet. Importa ainda realçar que, no período das 8h às 10h da manhã, o tráfego móvel atinge uma quota de quase 20% de todo o tráfego web registado nesse período (quantos de nós não tomam o pequeno almoço ou o primeiro café da manhã a ler notícias no smartphone?).

Pinterest
É a rede social do momento e são vários os artigos que destacam as mais valias do Pinterest para a marcas e dicas de como aproveitar esta onda: The Marketers Guide to Pinterest11 ways to use Pinterest as a brandMeet Your Pinterest Customer.

Podem ver outros artigos que guardei no meu perfil no delicious.

quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Para quando o "MEO Escolha"?

Desde a chegada da TV Digital a Portugal que as duas principais empresas do sector têm introduzido de tempos em tempos algumas novidades nos respectivos serviços, sendo umas mais úteis do que outras. Contudo, no campo da inovação e alargamento dos serviços, a MEO (grupo PT) tem estado claramente à frente da Zon. 

Primeiro, com o lançamento da Music Box, que permite criar playlists e ouvir as músicas a partir de qualquer computador, telemóvel e televisão. Seguiu-se o MEO GO, com a disponibilização dos canais de TV e Videoclube nos mais diversos dispositivos, desde computador, a telemóvel e tablet.

A última novidade é o MEO Kanal, "um serviço inovador que lhe permite criar canais para partilhar vídeos e fotografias com a família, amigos (canais privados) ou com a comunidade de clientes MEO* (canais públicos)." Basicamente, podemos criar, a partir do computador, um canal personalizado onde colocamos vídeos e fotografias que queremos partilhar com familiares e amigos, sem a necessidade de estarmos no mesmo espaço físico, ou seja, o canal fica acessível na rede do MEO e basta sabermos o número do canal e o PIN de acesso (se for canal privado) para o vermos em nossa casa, através da MEO Box. É ainda possível definir uma programação, escolhendo a hora em que determinado conteúdo é disponibilizado.

Para já, o serviço serviço parece ser gratuito, uma vez que não são anunciados preços, embora nos termos de utilização conste que: "8. Preços: Pela prestação do Serviço será(ão) devido(s) o(s) preço(s) publicado(s) no website do Serviço, o(s) qual(is) inclui(em) IVA à taxa legal em vigor.", o que me leva a crer que após a fase de lançamento sejam divulgadas as taxas, tal como sucede com os serviços anteriormente anunciados.

Ou seja, à factura já elevada que temos a pagar no final do mês, normalmente a rondar os 50€, temos de adicionais mais algum para estes serviços que, embora acredito que possam ser úteis em determinados momentos, duvido que a maioria dos clientes os utilizem massivamente. Pelo que o velho problema de sempre se mantém: para quando a disponibilização de um tarifário modular, verdadeiramente justo e de acordo com os hábitos de utilização de cada cliente? Já nem digo podermos escolher os canais que queremos e pagar de acordo, mas podiam facilmente criar pacotes personalizáveis, algo como:

- Até 10 canais o valor = x€
- 10 canais + Internet = x€
- 15 canais + Internet + 1 serviço extra (meo go, music box, etc) = x€

Podendo o cliente escolher livremente quais os canais e serviços que efectivamente quer usufruir. Esta sugestão está longe de ser nova, mas, face aos preços praticados, acredito que os clientes usem os serviços nos meses de lançamento e os desactivem no momento de passarem a ser pagos. 
A verdadeira inovação ao nível do serviço neste mercado ocorrerá no dia em que as operadoras deixarem de querer explorar os consumidores.

quarta-feira, fevereiro 08, 2012

Online Tv, oportunidade desperdiçada?

No evento Upload Lisboa do ano passado a organização presenteou o público de casa com a disponibilização de um live stream para todo o evento. Para todos aqueles que, como eu, tinham interesse em ouvir os oradores, mas não podia se deslocar a Lisboa, foi um bom upgrade ao evento, com os seus prós e contras: sem custos de inscrição ou deslocação à capital, mas também sem o networking e interacção que a presença física permite.

No final da transmissão, enderecei um tweet à organização a sugerir que na próxima edição, provavelmente a acontecer este ano, escolhessem uma pergunta do público online para colocar aos oradores no momento do debate. De facto, num evento que se assume como "um espaço de discussão e de encontro, baseado no que passa online e a partir dele" faz para mim todo o sentido que se incentive a participação online, quer através do facebook ou da famosa twitter wall dedicada ao evento.

Com isto em mente e após um conhecimento mais próximo das potencialidades do Video Online e da Online Tv, questiono-me se não estamos perante uma oportunidade desperdiçada.

Quando de pensa nas palavras Video Online, Stream, Online Tv vem-nos à cabeça o YouTube e os seus vídeo virais, as Tv's corporativas que quase nenhum Banco dispensa e o stream do futebol ou das famosas keynotes de Steve Jobs. E o mercado dos eventos, mais propriamente das Conferências e Seminários?

Quase todos os sectores profissionais têm um punhado de Conferências Internacionais que são consideradas o must go do sector. Normalmente, são Conferências só acessíveis à gestão de topo ou a empresas com income suficiente que lhes permita esse investimento. Normalmente, também, são Conferências vedadas ao profissional independente ou ao jovem licenciado, precisamente pelo valor associado, não só do ingresso, como da própria deslocação e estadia (a menos que tenha a sorte de morar na cidade anfitriã).

Eu sei que o faz destas conferências tão apetecíveis é o seu posicionamento premium, não só pela qualidade e reputação dos oradores, como por apenas estarem acessíveis a uma determinada classe. Mas não faria sentido apostar nos e-ingressos, maximizando o investimento nestes eventos? Permitir que quem está a quilómetros de distância e sem possibilidade de assistir ao vivo, poder, ainda assim, beber do conhecimento dos profissionais de sucesso? No imediato, identifico três oportunidades: a venda de ingressos para presença exclusivamente Online (obviamente mais baratos), maior retorno/incentivo para patrocinadores e maiores receitas com anunciantes pela colocação de publicidade no stream durante a troca de oradores.

O carácter exclusivo e premium mantinha-se: o acesso físico às Conferências continuava apenas acessível a alguns e, tal como no Upload Lisboa, as oportunidades de networking e de negócio ficavam reservadas a estes. No entanto, esta solução/serviço permitiria aumentar a notoriedade (do evento, da organização e dos patrocinadores), maximizar o investimento financeiro e, porque não, posicionar o evento como verdadeiramente mundial e ao serviço do conhecimento.

Fica a ideia.

quinta-feira, fevereiro 02, 2012

A Internet em 60 segundos (parte 2)

quarta-feira, janeiro 18, 2012

Wikipédia em Blackout contra a SOPA e PIPA

via: http://en.wikipedia.org
Podem ver aqui os argumentos da Wikipédia para o Blackout.

No caso português, o panorama não é melhor com a previsível aprovação do Projecto de Lei 118 (#pl118) e dada a quantidade de artigos na blogosfera sobre o assunto vou apenas indicar alguns links, nos blogues Bitaites, Blasfémias e Jonasnut.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Apagar bookmarks no Safari

Não é comum partilhar aqui artigos "how-to", principalmente porque abundam os blogs e fóruns na web dedicados a este tema. Contudo, trata-se de uma solução que ando, literalmente, há meses a tentar encontrar e nada. Nem nas pesquisas no Google, nem pedindo ajuda nas redes sociais, zero.

http://moultonstudio.com
O problema: apagar bookmarks no Safari. Pelo que li, desde que a Apple disponibilizou a última versão do Safari que é um quebra cabeças apagar bookmarks desorganizadas, só sendo possível seleccionando e apagando uma a uma! A piorar a situação, a sincronização com o iCloud parece ter duplicado a infinita lista de bookmarks. Resultado? Safari demasiado lento e a existência de uma gigantesca lista de bookmarks inúteis (para terem uma ideia, com todas as duplicações, fiquei com 9 mil bookmarks!)

Finalmente, alguém com mais conhecimentos do que eu conseguiu encontrar uma solução para o problema: basta abrirmos o separador das bookmarks no Mac, escrever no campo de pesquisa algo comum à maioria das bookmarks (http ou .com, por exemplo) que automaticamente os resultados da pesquisa passam para a coluna da direita, passando, assim, a ser possível seleccionar todas e apagar. Alerto apenas para apagarem somente as que se encontram em "collections" ou arriscam-se a pagar histórico e bookmarks organizadas que necessitem manter. Outro aspecto que devem ter em atenção é ter a sincronização iCloud desligada nos restantes iAparelhos (iPad, iPhone, etc), para o processo ser mais rápido e a sincronização ser feita do zero.

http://moultonstudio.com
No final, basta voltar a activar o iCloud e voilà, ficamos com o Safari bem mais rápido e sem bookmarks inúteis.

Podem ler o artigo original, aqui.

--
Adenda: De facto, tudo funcionou às mil maravilhas, até ligar de volta a sincronização com o iCloud. Quando activo esta funcionalidade no Mac apenas disponho de duas opções "cancel" (ficando sem sincronização) ou "merge", duplicando a minha lista limpa no iMac com a confusão de 9 mil bookmarks no iCloud. Para já, deixo a sincornização off até descobrir como fazer reset às bookmarks do iCloud, mas, pelo que leio em fóruns, não é tarefa fácil.

Adenda 2: Parece que consegui encontrar a solução definitiva neste artigo.

sexta-feira, janeiro 13, 2012

Aprendizagem Online

No momento em que estou prestes a fazer o exame sobre o módulo das Teorias da Aprendizagem (que falta me fazem as aulas de psicologia que não tive), surge-me nos feeds este artigo "4 reasons your brain loves to learn online" e confesso-me um pouco assustada com algumas das conclusões:

When participants in Dr. Sparrow’s studies thought a fact was saved somewhere accessible, they’d forget it. Furthermore, the more difficult a question was, the more likely participants were to think of the Internet, rather than actually try to work out an answer on their own.

Definitivamente, é tempo de rever o processo de aprendizagem e reflectir seriamente sobre as implicações nos novos meios e tecnologias no ensino, principalmente porque com as novas tecnologias podemos estar a deixar de aprender para passarmos a saber onde encontrar a informação. E quando nos depararmos com uma situação real? Diremos "Volto daqui a umas horas com a solução"? 

A propósito deste tema, recomendo a leitura da entrevista de Umberto Eco à revista Brasileira Época (obrigado google reader pela pesquisa de termos dentro dos feeds, ou nunca mais encontrava isto), da qual deixo alguns excertos:

O excesso de informação provoca a amnésia. Informação demais faz mal. Quando não lembramos o que aprendemos, ficamos parecidos com animais. Conhecer é cortar, é selecionar.

A internet é perigosa para o ignorante porque não filtra nada para ele. Ela só é boa para quem já conhece – e sabe onde está o conhecimento.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Formação também é networking

Comecei esta semana a frequentar a Formação Pedagógica Inicial de Formadores (para obtenção do CAP de Formador) e sem dúvida que não podia estar integrada numa turma mais diversificada, desde engenheiras biotecnológicas, psicólogas, engenheiros informáticos, profissionais da comunicação, técnicos oficiais de contas e até um monitor de natação.

Nas primeiras aulas tivemos de fazer uma breve apresentação para nos ser avaliados aspectos como postura, dicção, à-vontade.. um breve diagnóstico das nossas capacidades e competências comunicativas.

Numa das apresentações, foi-nos mostrado um vídeo que certamente muitos já viram circular nas redes:



Creio até que cheguei a partilhar este vídeo em meados de Novembro/Dezembro, mas nunca me tinha apercebido que se tratava de um trabalho de uma empresa portuguesa, a YouOn, ainda por cima sediada no Distrito de Braga, mais concretamente Famalicão, e especializada em video online.

Posso nunca vir a colaborar com ou a solicitar os serviços da YouOn, mas é certamente um contacto valioso para a minha rede.

Se antigamente nos inscrevíamos numa formação a pensar que iríamos aprender apenas sobre aquele tema, hoje em dia uma formação, um workshop, uma talk ao estilo TED é, cada vez mais, uma oportunidade de networking, certamente a não perder.

terça-feira, dezembro 27, 2011

Separar o trigo do joio

O blog da Harvard Business Review há muito que é um dos obrigatórios nas minhas leituras diárias, com importantes artigos sobre gestão. Hoje publicam a lista dos artigos mais lidos em 2011 e as escolhas do editor e ainda bem que o fizeram, porque com a quantidade de feeds, com o trabalho, tarefas diárias e tempo para família e amigos é difícil estar a par de toda a informação.

Confesso que ainda não analisei com detalhe a selecção, mas desde já destaco dois artigos que nos ajudam a saber distinguir o que é distracção do que é realmente necessário: Five Things You Should Stop Doing in 2012 é um artigo que deriva de um segundo, publicado já em 2009, Two Lists You Should Look at Every Morning.

De uma forma resumida, estes artigos encorajam-nos a identificar claramente quais das tarefas e rotinas que realizamos diariamente são efectivamente produtivas: quais as que acrescentam valor, quais as que nos fazem distrair do objectivo principal, quais as que têm de ser feitas agora e quais as que podem e devem ser deixadas para depois.

Focam igualmente outro ponto importante, realçado no início deste post: Num mundo globalizado e interligado pela Web, onde se produz informação e conteúdos a cada milésimo de segundo, temos de admitir e, mais importante, interiorizar que é impossível estarmos a par de tudo. E, mais importante ainda, agir em conformidade. Isso significa cancelar a subscrição de revistas e jornais, eliminar blogs dos feeds, deixar de fazer refresh no email, facebook ou twitter a cada cinco minutos. Se não o fizermos, caímos no risco de passar o dia a ler o que outro escreveram e terminarmos o dia sem termos produzido efectivamente nada. Corremos ainda outro risco: perder informação realmente importante porque estava misturada com o resto da confusão.

"Never before has it been so important to say "No." No, I'm not going to read that article. No, I'm not going to read that email. No, I'm not going to take that phone call. No, I'm not going to sit through that meeting (...) The world is changing fast and if we don't stay focused on the road ahead, resisting the distractions that, while tempting, are, well, distracting, then we increase the chances of a crash."

Tendências no Marketing Digital e Tecnologia para 2012

Ontem publiquei aqui um vídeo que passa em revista os números e factos relativos ao Mobile Marketing que marcaram 2011.

Como era esperado (ou não estivéssemos na altura dos balanços e previsões), não tardou para que me aparecessem nos feeds as previsões para 2012, concretamente na área do Marketing Digital e Tecnologia.

O blog TopRank não só faz as suas previsões, como disponibiliza diversos documentos de outras fontes, que nos ajudarão a antecipar e prever melhor o que o próximo ano nos reserva.

Para ler, aqui.

Se o orçamento é curto, apostem nas Relações Públicas

Este é o conselho de Caroline Limpert publicado recentemente na revista Inc.

"As a start-up, I have a single line item on my marketing budget: PR. Surprised? Here's a little insight into my madness."

A autora aponta três motivos principais: as RP constroem marcas, criam rápida notoriedade e já não se resumem somente aos media tradicionais (imprensa, rádio e tv), incluindo actualmente todas as potencialidades da Internet (blogues, redes sociais, vídeo, etc.)

Para ler, aqui.

terça-feira, novembro 29, 2011

Qual o top de pesquisas em 2011?

Justin Bieber, Royal Wedding, Casey Anthony Trial, Xbox, Chelsea Handler, Asia/Singapore, Real Estate Agents, Weight Watchers.

De acordo com os dados apresentados pelo motor de busca Bing, este foi o top por categorias, nomeadamente celebridades, eventos, noticias/desastres naturais/morte, gadgets e produtos electrónicos, apresentadores de talkshows, viagens, finanças e, por fim, saúde.

Perante estes resultados, principalmente nas categorias celebridades e talk shows, só encontro duas explicações: estamos a falar do Bing e não da Google e a pesquisa deveu-se ao facto de não se saber, de facto, quem é a pessoa (hope so).

Como bem afirmam em The next web:

"Not that I am surprised by this list, but its level of vapidity is, as always, breathtaking. Entrepreneurs take note, this is your market, if you want to go ‘mainstream’ and ‘blow up.’ This is the sort of people that Twitter and Facebook have to cater to, if they wish to continue growing as they have. You almost pity them."

Aqui fica a lista completa e algumas reacções.

quarta-feira, novembro 09, 2011

Hangout com os candidatos à presidência norte-americana

O The Next Web noticia que a Fox News vai utilizar o hangout do Google+ para entrevistar online os candidatos republicanos à presidência norte americana.

Conforme se pode ler na novíssima página do Google+ da cadeia de televisão, a primeira entrevista é já no dia 15 de Novembro, com o Governador Mitt Romney. Nas semanas que se seguem, e até às eleições de 2012, o jornalista Bret Baier irá moderar o hangout com cada um dos candidatos presidenciais do Partido Republicano e vários membros do público.

Para os mais desatentos, um hangout não é mais do que uma videoconferência com vários utilizadores da rede social Google+. 

Esta aposta da Fox News na mesma semana em que a Google permitiu a criação de páginas empresarias na sua rede social pode contribuir, em muito, para alavancar o sucesso da plataforma. Fico curiosa para saber se a Fox News irá posteriormente dar conta da adesão que obtiveram a estes hangouts. Stay tuned!

quarta-feira, novembro 02, 2011

Google aumenta transparência e escolha nos anúncios

A Google informa, através do seu blogue, que nas próximas semanas irão realizar melhorias para oferecer maior transparência e escolha em relação aos anúncios que encontramos na pesquisa do Google e no Gmail. Uma das melhorias visíveis será a possibilidade de perceber o porquê de visualizarmos determinados anúncios e, para isso, passará a estar disponível o link "Porquê esses anúncios" ao lado de anúncios que surgem nos resultados de pesquisa do Google e Gmail.

O Dinheiro Vivo evidencia até que poderemos "informar a Google de que aquilo não se adequa a mim. Haverá uma secção de gestão das preferências (Ads Preferences Manager) onde é possível dar indicações sobre a adequação dos anúncios, bloquear anunciantes específicos ou até desligar completamente a personalização de anúncios".

Em nome da informação e transparência, o consumidor agradece. Vamos é agora ver se as "justificações" nos farão sentido.

segunda-feira, outubro 24, 2011

Netflix chega à Europa

O famoso serviço norte americano de streaming de filmes e séries de televisão, netflix, chega finalmente à Europa, mas apenas ao Reino Unido e Irlanda.
Os preços do aluguer/subscrição ainda não foram divulgados, mas podemos ter como valor de referência o praticado nos Estados Unidos: 7,99 dólares por mês.

Com a chegada destes produtos à Europa, questiono se algum dia serão concorrência do serviço de televisão por cabo. Sinceramente, não acredito que isso venha a acontecer no curto prazo, simplesmente porque qualquer adesão a um destes serviços, tal como já acontece com o simples download de séries americanas, só é possível com acesso ilimitado à Internet, preferencialmente com velocidade ao nível da fibra. Como sabemos, as operadoras nacionais (desconheço a oferta das europeias), montaram os pacotes "triple play" de tal forma que pouco ou nada compensa adquirir apenas o serviço de Internet, sem o serviço voz e televisão. Por outro lado, vamos sempre sentir falta dos programas em directo, principalmente dos desportivos.

Agora, no dia em que as Entidades Reguladoras (portuguesa e europeia) obriguem as operadoras de telecomunicações a disponibilizar os serviços individualmente, com preço justo e proporcional, acredito que negócios como o netflix possam, de facto, ser uma alternativa viável, principalmente para o segmento da população que praticamente só tem o serviço de cabo para ver séries e filmes.

quinta-feira, outubro 20, 2011

+1

Não, não vou falar do Google+, mas vou promover um link, mais concretamente a minha estreia nos micro blogs. É verdade que já usei o Posterous para partilhar as fotografias tiradas no iphone, mas rapidamente achei que a qualidade e inspiração eram tão fracas, que abandonei essa ideia.

Desta vez, decidi apostar no Tumblr, principalmente pela integração que tem com diversos serviços que uso regularmente, nomeadamente Google Reader e Instapaper. O principal motivo para não actualizar tantas vezes este blogue prende-se com o tempo e passos necessários para publicar um post, principalmente quando apenas pretendo fazer um pequeno comentário a algo que li na Web. Tenho de ler o artigo em si (convém), abrir o blogger ou a app respectiva para iPhone, escrever o texto, copiar o link que quero partilhar, colocar no texto, muitas vezes ir para a edição em html para fazer o link e, finalmente, publicar. Tendo em conta que as alturas do dia em que mais leio feeds são durante o pequeno almoço, ao almoço e nos intervalos das séries de TV, convenhamos que quando chegar ao passo 3 já deixei de ter tempo para concluir o processo.

A maravilha que descobri esta semana é que apenas preciso de três clicks para partilhar um link: ler a notícia no Reeder para iPhone CLICK passar o link para o Instapaper CLICK partilhar do Instapaper para o Tumblr CLICK partilhar.
No iMac é ainda mais simples: ler a notícia no google Reader CLICK enviar para o Tumblr CLICK partilhar.
Só para terem uma ideia, só depois de partilhar uns 4 ou 5 links no Tumblr é que tive oportunidade de escrever este post para dizer que agora também passo a estar no Tumblr.

Assim, este blogue vai continuar a existir para os textos mais desenvolvidos e o Tumblr passa a dar resposta a duas necessidades que sentia: passar a fornecer algum contexto sobre os links que partilho e o porquê de os partilhar (até aqui limitava-me a fazer share no google reader) e treinar o meu pensamento e escrita em inglês. Com tantas séries e artigos académicos que vi e li a compreensão está mais do que desenvolvida, mas a falta de prática na expressão começava-me a incomodar. Assim, pelo menos, recomeço a treinar a escrita em inglês, que nos dias de hoje é mais do que obrigatório.

Já sabem, além deste poiso, podem também de encontrar aqui: http://angelaguedes.tumblr.com

terça-feira, outubro 18, 2011

Opção Kindle?

Estava a aguardar pelas primeiras críticas aos novos Kindles para fazer este post, mas trocas recentes de mensagens no Google+ com utilizadores de Kindle fizeram-me ponderar seriamente na compra deste ebook reader.

De facto, nos últimos meses tenho retomado os meus hábitos de leitura e não consigo deixar de pensar como ter um ebook reader seria uma excelente e bem mais confortável opção para ler alguns dos calhamaços de 300 páginas que cá andam (o último de Dan Brown está há quase dois anos à espera de ser terminado). Mas confesso que no dia da apresentação da Amazon, no início do mês, a opção recaiu sobre o Kindle Fire, por ser um tablet "low cost", mas desenvolvido pela Amazon e com sistema Android, contendo as mais-valias comprovadas destas duas marcas. Além de ebook reader serviria outros propósitos e seria um bom substituto ao portátil que deixou de dar sinais de vida ainda antes do Verão (para trabalhos mais "sérios" está aqui o belíssimo iMac).

No entanto, e depois de ler algumas reviews, começo a olhar com outros olhos para o Kindle de 100€ (a versão com publicidade só existe nos Estados Unidos). A qualidade dos ecrãs E Ink parece ser consensual, tal como a ideia de que, para ler, não há dispositivo melhor. Fico a pensar se a comprar um Kindle Fire não ficarei pela metade: nem tem a qualidade de leitura dos Kindle tradicionais, nem tem todas as capacidades de um tablet (dado que o sistema Android é adaptado ao Kindle e não possui todas as funcionalidades).

Depois, o Benjamim alertou-me ainda para a tripla função de leitura do Kindle: além de ebook reader, permite ainda ler os artigos do Instapaper, bem como subscrever os feeds de vários jornais e revistas através do software Calibre.

O único senão nesta fase é mesmo o ecrã monocromático, mas acho que em tempos de crise os 100€ e a qualidade comprovada do ecrã para a função principal - ler - batem qualquer argumento. Ainda quero, mesmo assim, esperar pelas primeiras críticas ao Kindle Fire, até porque esta será, muito provavelmente, a minha prenda de Natal para mim, pelo que ainda disponho de dois meses e meio para ponderar.

E vocês, são utilizadores de Kindle ou usam outro dispositivo para ler ebooks?

quinta-feira, agosto 11, 2011

Daniela Ruah

Como muito bem diz o Filipe Barreto, "Já deu para perceber pela web e pelas reacções que hoje é o dia Daniela Ruah!"
Ora, a que se deve este frenesim? Não sei se há mais causas, mas uma delas, e certamente a principal, é o artigo que irá sair no número de Setembro da Esquire.
Claro que a ala masculina da minha rede está a dar particular atenção às fotos da menina portuguesa que está a fazer furor nos EUA, nomeadamente na série NCIS: Los Angeles.

Contudo, o meu destaque vai, não para as fotos, mas para a actriz, mais concretamente no vídeo que se encontra no mesmo artigo onde a Daniela Ruah dá corpo às vozes de conhecidos actores americanos. Segue em baixo esse vídeo. 
De resto, deixo aqui os meus parabéns a esta promissora actriz portuguesa que, apesar de ter conseguido sucesso e reconhecimento com as novelas da TVI, não limitou a sua carreira à soap opera. Rumou aos Estados Unidos, fez um curso de representação e hoje é protagonista numa das principais séries do cabo, contracenando com o eterno Robin, Chris O 'Donnell, e o não-menos conhecido LL Cool J.


Afinal, o sonho americano existe, só está à espera que alguém acredite nele!




PS: Descobri no externo na entrevista, que a Daniela Ruah tem uma marca de nascença que lhe escurece o olho direito. Nunca tinha dado por ela e a actriz explica porque:


"ESQ: So, your eye. I'm not going to call it a condition, because it's actually kind of alluring.
DR: It happened when I was a kid. You know how Barbies have the little plastic hands? One of them stuck in my eye when I was sleeping.
ESQ: So it's a scar, basically.
DR: No, I can't stay serious. That's not true at all. It's a birthmark called nevus of Ota. It covers the whole white of my eye and darkens it. The square of the eye, the white part, is completely dark on my right eye, not just the iris. It's very common in Asian people but quite rare in Caucasians. It doesn't affect my vision or anything like that.
ESQ: Wait, I'm looking at a picture of you, and I can clearly see that you have a white in your right eye.
DR: Photoshop. It drives me crazy. This is my eye, my little trademark. Not long ago, I started adding a little smiley face when I sign an autograph, and one of the eyes is darker.
ESQ: Has it affected your career at all?
DR: It starts the conversation, if anything. But I don't think it's ever gotten me a job or lost me a job. When we're shooting, sometimes they need to light my eye in a slightly different way. Otherwise, it looks like there's a big shadow over it. But that's pretty much it."

Amigos da fotografia: A estupidez de se usar o photoshop sem critérios esta aqui bem explicita.

(desculpem a falta de acentos, mas o meu teclado nao me esta a permitir usa-los :/)