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terça-feira, maio 01, 2012

Teremos Google e Facebook daqui a 5 anos?

A Forbes publica um interessante artigo sobre o ciclo de vida das empresas tecnológicas a operar na Internet e baseia-se em estudos académicos para sustentar os seus pontos de vista.

Não se trata de mais um artigo a vaticinar o fim de alguns gigantes, no caso a Google e o Facebook. O artigo baseia-se também na análise da história para demonstrar que, ao ritmo que a tecnologia evolui, principalmente no ambiente web, esse fim tem de ser visto como algo natural. Mais: a vitalidade de uma empresa depende invariavelmente do momento em que aparece.

E dá um exemplo muito conhecido por todos: a inadaptação da Google à web social. Lê-se no artigo que a Google revolucionou a agregação de conteúdos na Internet. A forma como pesquisamos na web e, principalmente, os resultados que obtemos nada têm a ver com os processos utilizados pela Yahoo ou Altavista.

No entanto, aquando do aparecimento da web 2.0 e de empresas como o Facebook, a Google desvalorizou as potencialidades e, pior ainda, a importância que a web social iria ter nos anos seguintes. E por muitos projectos e tentativas que tenha feito em apanhar o comboio das redes sociais, nunca vai ser capaz de competir nesta área de igual para igual.

Acrescentaria mesmo que isto não se deve apenas à inadaptação da Google, mas também aos preconceitos (no sentido literal do termo - ideias pré concebidas) que os utilizadores possuem: quando pensamos em Google pensamos em pesquisa de informação, não pensamos em interacção social.

Vale a pena ler o artigo completo:

terça-feira, abril 17, 2012

Dependência tecnológica

Leio a noticia que a Google deverá juntar-se aos concorrentes e oferecer já na próxima semana um serviço de armazenamento na Cloud.

Vermo-nos livres de discos externos ou podermos optar por um leve MacBook Air é sem dúvida uma das grandes vantagens destas novas formas de armazenamento (novas... o dropbox já existe há algum tempinho), mas em dias como o de hoje questiono seriamente a nossa dependência na tecnologia.

quarta-feira, março 28, 2012

Até a Google sabe que a comunicação 1.0 continua a ser importante

As Google matures, it spends more on traditional advertising
As the world's leading search engine, it may not have problems getting consumers to turn to google.com when they need to find something online, but in an effort to promote its non-search offerings to the masses, Google has been increasingly turning to advertising mediums it once shunned, such as television, magazines and newspapers.


quarta-feira, novembro 09, 2011

Hangout com os candidatos à presidência norte-americana

O The Next Web noticia que a Fox News vai utilizar o hangout do Google+ para entrevistar online os candidatos republicanos à presidência norte americana.

Conforme se pode ler na novíssima página do Google+ da cadeia de televisão, a primeira entrevista é já no dia 15 de Novembro, com o Governador Mitt Romney. Nas semanas que se seguem, e até às eleições de 2012, o jornalista Bret Baier irá moderar o hangout com cada um dos candidatos presidenciais do Partido Republicano e vários membros do público.

Para os mais desatentos, um hangout não é mais do que uma videoconferência com vários utilizadores da rede social Google+. 

Esta aposta da Fox News na mesma semana em que a Google permitiu a criação de páginas empresarias na sua rede social pode contribuir, em muito, para alavancar o sucesso da plataforma. Fico curiosa para saber se a Fox News irá posteriormente dar conta da adesão que obtiveram a estes hangouts. Stay tuned!

segunda-feira, novembro 07, 2011

Google Catalogs

E que tal agrupar as ideias para prendas de Natal numa única aplicação? E se ao invés de perdermos tempo a escrever descrições, preços e nome da loja fosse possível, de forma simples e interactiva, pegar na fotografia de um catálogo e fazer zoom para ter acesso a mais informações, encontrar com um click a loja mais próxima, criar uma colagens com os artigos favoritos e poder partilhar isso com um familiar ou um amigo?

Tudo isso é possível com a aplicação para tablets Google Catalogs. A má notícia é que apenas se encontra disponível para utilizadores norte-americanos, sendo no entanto possível aceder à aplicação para iPad se tivermos uma conta americana (embora seja provável que se percam algumas funcionalidades, como pesquisa por lojas mais próximas, mas como não possuo um tablet não o posso confirmar).

Este projecto da Google nasceu em Agosto, mas estranhamente só hoje me apareceu nos feeds. Trata-se de uma aplicação que permite navegar pelos catálogos de várias marcas e interagir com o conteúdo. Como se pode ser no blogue da Google:

With Google Catalogs, you can:

- Interact: Zoom in to see products up close, tap on tags to learn more about an item or, in some catalogs, view inspiring photo albums and videos.
- Find products in nearby stores: When an item catches your eye, instantly find it in a store near you or tap “Buy on Website” to visit the merchant online.
- Express your creativity: Create a collage of your favorite catalog pages and products. If you need inspiration, you can check out collages created by others.
- Share with friends: Email a product or collage to all your shopping buddies.
- Get instant access to new catalogs: Add catalogs to your Favorites and get notified each time a new issue arrives.
- Discover new products and brands: Search for products within or across multiple catalogs to find exactly what you’re looking for.

Actualmente, a plataforma conta já com mais de 100 marcas e 300 números, podendo a lista completa ser vista aqui.

Com a propagação dos tablets e o seu preço a descer (ainda hoje a Barnes and Noble anunciou o seu 
NOOK Tablet), as marcas podem e devem apostar cada vez mais neste tipo de aplicações interactivas, que não só permitem uma pesquisa cómoda e divertida para os consumidores, como também aumentam a informação disponível sobre cada produto.

quarta-feira, novembro 02, 2011

Google aumenta transparência e escolha nos anúncios

A Google informa, através do seu blogue, que nas próximas semanas irão realizar melhorias para oferecer maior transparência e escolha em relação aos anúncios que encontramos na pesquisa do Google e no Gmail. Uma das melhorias visíveis será a possibilidade de perceber o porquê de visualizarmos determinados anúncios e, para isso, passará a estar disponível o link "Porquê esses anúncios" ao lado de anúncios que surgem nos resultados de pesquisa do Google e Gmail.

O Dinheiro Vivo evidencia até que poderemos "informar a Google de que aquilo não se adequa a mim. Haverá uma secção de gestão das preferências (Ads Preferences Manager) onde é possível dar indicações sobre a adequação dos anúncios, bloquear anunciantes específicos ou até desligar completamente a personalização de anúncios".

Em nome da informação e transparência, o consumidor agradece. Vamos é agora ver se as "justificações" nos farão sentido.

terça-feira, agosto 09, 2011

Organização fotográfica

Comecei a cumprir um dos objectivos para estas férias: organizar o portfólio fotográfico online (o digital, no disco externo, terá obrigatoriamente de ficar para outra altura).
Com a decisão de não renovar a conta pro do Flickr, comecei a procurar alternativas e nos últimos tempos surgiram várias:

1. Picasa: com entrada em cena do google plus deixou de ter limite de alojamento, desde que as fotos não ultrapassem as dimensões consideráveis de 2048x2048 pixels e os vídeos de 15 minutos; 
2. 500px: está a ter uma visibilidade crescente e aceitação muito positiva, até pela comunidade Pro, coisa que, a meu ver, nunca aconteceu verdadeiramente com o Flickr. O alojamento á também ilimitado, sendo que o máximo de upload por semana é de 20 fotografias;
3. Fotopedia: conheci esta enciclopédia fotográfica no workshop do Vasco Casquilho e para além de dispor uma colecção de fotografias com muita boa qualidade - as apps para iOS são prova disso - também oferece alojamento ilimitado. Por outro lado, o conceito por detrás da comunidade é bastante apelativo;
4. Alojamento próprio: nunca chegou a ser uma opção viável pelos custos que acarreta, embora fosse óbvio que o considerasse durante alguns dias.

Com base nestas opções, acabei por escolher a seguinte combinação: Picassa para as fotos que pretendo publicar aqui no blogue e 500px para as melhores fotos.
A par disto, pretendo passar a contribuir para os projectos do fotopedia, sempre que dispuser de fotografias com qualidade mínima para lá figurarem.
Quando ao Flickr, ainda não sei ao certo qual o limite de fotos para as contas gratuitas, mas já comecei a fazer limpeza a fotografas mais antigas e menos interessantes.

Próximo passo: organizar o itunes que a quantidade de porcaria e músicas repetidas que lá figuram é inacreditável. Mas organizar 60GB de musica não é fácil e será, provavelmente, uma tarefa para os meses frios do Inverno.

terça-feira, julho 19, 2011

Redes sociais a mais?

Facebook, Twitter, Google+... Se forem como eu e tiverem a necessidade de criar uma conta para experimentar, nem que seja para imediatamente a cancelar, chegam a um ponto em que pensam: não serão redes a mais?

Com o surgimento do Google+ e após alguns dias/semanas de utilização, um dos pensamentos que me vem à memória é a velha questão nas aulas de marketing "O marketing cria necessidades ou desperta necessidades latentes?". Fazendo o paralelismo com a rede social da Google, considero que, neste caso, foi uma necessidade latente à qual a Google deu resposta.

Confesso que nunca me apaixonei pelo Facebook. Sem dúvida melhor do que o seu antecessor Hi5 (não era difícil..), mas ainda assim demasiado defeituoso, com os seus joguinhos, aplicações, demasiados menús laterais (e o novo só veio piorar ainda mais a coisa), notificações completamente desnecessárias como x adicionou y como amigo e outras que tais. Mas tinha duas mais valias: era usado pela maioria das pessoas que conheço, como amigos, colegas de curso ou familiares, e permitia uma interacção mais instantânea e social do que os blogues.

Depois veio o twitter, com um layout e funcionamento muito mais simples e despido de adereços e extras completamente dispensáveis. Só tinha um pequeno senão: os 140c chegam para 90% das situações, mas para aqueles 10% tinha de enviar 2, 3 tweets para partilhar uma única ideia.

O Google+ vem, a meu ver, completar o twitter, no sentido em que permite partilhar ideias e não apenas telegramas. 
Há dias, partilhei no Google+ o uso que estou a fazer destas três redes:

1. Facebook: apenas para gerir a página corporativa (não o posso fazer sem perfil pessoal) e partilhar factos já divulgados no twitter (através da #fb e da aplicação selective tweets);

2. Twitter: Partilha de informação mais corriqueira e instantânea (aqueles nosso desabafos do dia-a-dia, comentários desportivos e outro tipo de informação que é apenas válida naquele momento).

3. G+: Partilha de informação à qual pretendo comentários mais ou menos aprofundados, com mais "sumo", que não se consigam dizer em 140c e não se percam numa timeline vertiginosa.

Hoje, a Maria João Valente partilhou um texto que me fez lembrar outro motivo para ainda usar o Facebook... De facto, muitos dos nossos amigos (reais, não virtuais) e familiares só usam o Facebook, pondo completamente de parte o twitter e outras redes e esse é um dos principais motivos que me mantém na rede, a par de questões profissionais.

Outra tendência pessoal que estou a notar é que passo cada vez menos tempo nas redes e a primazia tem sido dada ao Google+. Sei que está em fase embrionária, mas sem dúvida que esta rede me está a encher as medidas.

sexta-feira, julho 01, 2011

Primeira análise ao Google+

No segundo dia de utilização do Google+, deixo aqui a primeira impressão com que fiquei da plataforma: junta num único espaço o melhor de três mundos:

- email: pela fantastica integração com o gmail, podemos num só local ler email e comentar os updates da nossa rede - neste caso círculo;
- twitter: updates em tempo real, mas em mais de 140c (e muito mais ricos, pois se alguém partilhar uma foto, vemos logo a fotografia, sem ter de clicar num link;
- Facebook: uma espécie de mural e partilha de vídeos, fotos e criação de grupos (estes de forma muito mais fácil e util que o Facebook) sem o voyeurismo de sabermos no feed ou mural quem se tornou amigo de quem, quem é primo de quem e cusquices afins.

Ainda é cedo para analises mais profundas ( e o meu uso ainda não foi muito intenso) mas penso que após as tentativas falhadas do wave e buzz, a Google consegue finalmente dar um passo grande no campo das redes sociais.

Ps. Deixo ficar este link da Gizmodo sobre os círculos no Google+


terça-feira, fevereiro 01, 2011

Google Art Project

É o novo projecto da Google e uma das notícias do dia. Através de um interface semelhante ao do google street view é possível visitar virtualmente alguns dos museus mais famosos do mundo, entre eles MoMA, Museo Reina Sofia (a casa de Guernica, a colossal obra de Pablo Picasso), Tate Britain, entre outros.
Para já, o número de museus e de obras que se conseguem ver com algum pormenor ainda não é muito extenso (nem consigo imaginar as questões burocráticas e legais deste projecto), mas é sem dúvida um trabalho a acompanhar.
Com este novo projecto, a Google prova, mais uma vez, porque é um dos gigantes da Internet, deixando, cada vez mais, de ser associada apenas a expressões como pesquisa, SEO, SEM ou Adwords para passar a ver vista como uma das maiores criadoras de conteúdos web gratuitos.