Facebook, Twitter, Google+... Se forem como eu e tiverem a necessidade de criar uma conta para experimentar, nem que seja para imediatamente a cancelar, chegam a um ponto em que pensam: não serão redes a mais?
Com o surgimento do Google+ e após alguns dias/semanas de utilização, um dos pensamentos que me vem à memória é a velha questão nas aulas de marketing "O marketing cria necessidades ou desperta necessidades latentes?". Fazendo o paralelismo com a rede social da Google, considero que, neste caso, foi uma necessidade latente à qual a Google deu resposta.
Confesso que nunca me apaixonei pelo Facebook. Sem dúvida melhor do que o seu antecessor Hi5 (não era difícil..), mas ainda assim demasiado defeituoso, com os seus joguinhos, aplicações, demasiados menús laterais (e o novo só veio piorar ainda mais a coisa), notificações completamente desnecessárias como x adicionou y como amigo e outras que tais. Mas tinha duas mais valias: era usado pela maioria das pessoas que conheço, como amigos, colegas de curso ou familiares, e permitia uma interacção mais instantânea e social do que os blogues.
Depois veio o twitter, com um layout e funcionamento muito mais simples e despido de adereços e extras completamente dispensáveis. Só tinha um pequeno senão: os 140c chegam para 90% das situações, mas para aqueles 10% tinha de enviar 2, 3 tweets para partilhar uma única ideia.
O Google+ vem, a meu ver, completar o twitter, no sentido em que permite partilhar ideias e não apenas telegramas.
Há dias, partilhei no Google+ o uso que estou a fazer destas três redes:
1. Facebook: apenas para gerir a página corporativa (não o posso fazer sem perfil pessoal) e partilhar factos já divulgados no twitter (através da #fb e da aplicação selective tweets);
2. Twitter: Partilha de informação mais corriqueira e instantânea (aqueles nosso desabafos do dia-a-dia, comentários desportivos e outro tipo de informação que é apenas válida naquele momento).
3. G+: Partilha de informação à qual pretendo comentários mais ou menos aprofundados, com mais "sumo", que não se consigam dizer em 140c e não se percam numa timeline vertiginosa.
Hoje, a Maria João Valente partilhou um texto que me fez lembrar outro motivo para ainda usar o Facebook... De facto, muitos dos nossos amigos (reais, não virtuais) e familiares só usam o Facebook, pondo completamente de parte o twitter e outras redes e esse é um dos principais motivos que me mantém na rede, a par de questões profissionais.
Outra tendência pessoal que estou a notar é que passo cada vez menos tempo nas redes e a primazia tem sido dada ao Google+. Sei que está em fase embrionária, mas sem dúvida que esta rede me está a encher as medidas.






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