Mês e meio depois, lá recebi a esperada chamada da promais.
Aos poucos e de forma natural a marca Apple vai entrando cá em casa. Há um ano atrás tornei-me numa iPhone user e posso garantir que neste momento não quero nenhum outro smartphone: a simplicidade de uso, a forma como as apps são intuitivas e se adaptam ao nosso dia-a-dia, a segurança de saber onde se encontra o iPhone através do MobileMe, tudo isto fazem com que não me arrependa da escolha que fiz.
Um ano depois, eis que entra um mac cá em casa, não um mac qualquer, mas o mac's dos mac: iMac! O uso ainda tem sido pouco, ando a habituar-me aos menus e ao funcionamento. Não é a primeira vez que utilizo Mac, já o havia feito na faculdade nas cadeiras de vídeo (a sala de vídeo era unicamente equipada com Mac, daqueles antigos com um monitor comprido atrás e que havia em várias cores) e num estágio numa agência de comunicação (obviamente só usavam Macs). Com estas duas experiências, cedo me apercebi que trabalhar imagem e vídeo tinha de ser em Mac, mas constatei igualmente que os produtos Apple (creio que na altura pouco mais havia do que Macs e iPods, pelo menos de forma massificada cá em Portugal) não eram para qualquer bolsa. Mas a verdade é que não há Macs baratos porque também não há Macs maus. Já tive três portáteis Windows em 10 anos. O primeiro esteve comigo durante um ano e deu tantos problemas que a marca viu-se obrigada a substituir-me por um novo. O novo durou cerca de dois anos até começar a ser natural ver ecrãs azuis. Comprei o segundo, que ainda o mantenho. Não é um mau portátil para as coisas básicas, mas é uma arrastadeira quando uso o Lightroom ou o Photoshop, sendo recorrente o uso do botão de reiniciar. Mas a verdade é essa, foram ambos portáteis de gama baixa: 1Gb de RAM, 120 de disco rígido e placa gráfica fraquinha. Claro que me custaram 1300€ o primeiro (no ano 2002 os portáteis ainda eram bastante caros) e 900€ o segundo. Que se podia esperar? Mas sempre disse que no dia em que pudesse dispensar mil e tal euros por um computador, iria ser Mac.
Em primeiro lugar, estou perplexa com os tempos de arranque e de encerramento do iMac. É uma diferença brutal! Tal como é de espantar o tempo que um Photoshop demora a abrir.. pode ser apenas impressão inicial, mas parece-me que demora segundos! Ontem na brincadeira (meio a falar a sério) comparei a dizer que quando ligava o windows tinha tempo de ir à cozinha adiantar o jantar.
Agora é tempo de explorar o bicho para poder me aperceber a sério o tempo que vou poupar na edição de fotos, processamento de texto e outras tarefas. Li hoje no twitter o @Va5co a dizer que a vantagem de um Mac era podermos nos concentrar unicamente com o trabalho que estamos a desenvolver e por isso mesmo, por não haver tempos de espera de resposta do sistema. Por enquanto, posso confirmar que tem sido assim.






1 comentários:
parece-me que estás mesmo convertida :)
tenho pena de ainda nao ter um iMac ou até mesmo o MacBook Pro. Para aquilo que faço é realmente o ideal. E quando houver poupanças para investir nesse campo será uma das primeiras compras.
Apesar de tudo, e de realmente o windows dar cabo da cabeça a qualquer um...tentando colocar d eparte sistemas operativos, venho aqui elogiar o meu sony vaio que nunca me deixou ficar mal... São portáteis um pouco mais caros, mas mais baratos que os macbooks... E têm um excelente desempenho! Já tive 2 e o mais antigo ainda está em muito bom estado! ao contrário de outros que custam 500€ e nem para office e utilizaçao básica de internet servem...BAH.
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