Mostrar mensagens com a etiqueta blog. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta blog. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, outubro 20, 2011

+1

Não, não vou falar do Google+, mas vou promover um link, mais concretamente a minha estreia nos micro blogs. É verdade que já usei o Posterous para partilhar as fotografias tiradas no iphone, mas rapidamente achei que a qualidade e inspiração eram tão fracas, que abandonei essa ideia.

Desta vez, decidi apostar no Tumblr, principalmente pela integração que tem com diversos serviços que uso regularmente, nomeadamente Google Reader e Instapaper. O principal motivo para não actualizar tantas vezes este blogue prende-se com o tempo e passos necessários para publicar um post, principalmente quando apenas pretendo fazer um pequeno comentário a algo que li na Web. Tenho de ler o artigo em si (convém), abrir o blogger ou a app respectiva para iPhone, escrever o texto, copiar o link que quero partilhar, colocar no texto, muitas vezes ir para a edição em html para fazer o link e, finalmente, publicar. Tendo em conta que as alturas do dia em que mais leio feeds são durante o pequeno almoço, ao almoço e nos intervalos das séries de TV, convenhamos que quando chegar ao passo 3 já deixei de ter tempo para concluir o processo.

A maravilha que descobri esta semana é que apenas preciso de três clicks para partilhar um link: ler a notícia no Reeder para iPhone CLICK passar o link para o Instapaper CLICK partilhar do Instapaper para o Tumblr CLICK partilhar.
No iMac é ainda mais simples: ler a notícia no google Reader CLICK enviar para o Tumblr CLICK partilhar.
Só para terem uma ideia, só depois de partilhar uns 4 ou 5 links no Tumblr é que tive oportunidade de escrever este post para dizer que agora também passo a estar no Tumblr.

Assim, este blogue vai continuar a existir para os textos mais desenvolvidos e o Tumblr passa a dar resposta a duas necessidades que sentia: passar a fornecer algum contexto sobre os links que partilho e o porquê de os partilhar (até aqui limitava-me a fazer share no google reader) e treinar o meu pensamento e escrita em inglês. Com tantas séries e artigos académicos que vi e li a compreensão está mais do que desenvolvida, mas a falta de prática na expressão começava-me a incomodar. Assim, pelo menos, recomeço a treinar a escrita em inglês, que nos dias de hoje é mais do que obrigatório.

Já sabem, além deste poiso, podem também de encontrar aqui: http://angelaguedes.tumblr.com

segunda-feira, agosto 08, 2011

Regresso às origens

Para muitos de nós, escrever num blogue foi a primeira forma de marcar a nossa presença nessa infinita rede chamada Internet. Só depois, muito depois, vieram outras formas de nos darmos a conhecer, como as redes sociais. Mas as redes sociais são demasiado voláteis, hoje estamos e amanhã, perdendo o interesse, deixamos de estar. Por outro lado, são fugazes. Ou estamos sempre em cima do acontecimento para não perder fio à meada ou facilmente deixamos de estar a par das novidades dos nossos contactos.

Num blogue isso não acontece. Podemos ficar um mês sem visitar o blogue, mas rapidamente ficamos actualizados.
Apesar disso, nos últimos tempos pouco tenho vindo aqui. Talvez por ter de terminar a tese ou por outro motivo qualquer. Durante esse tempo procurei me incentivar a escrever, quer definindo temas ou procurado dar um ar mais profissional. Ironicamente, tal só me fez escrever cada vez menos. Por isso decidi regressar às raízes e tornar o meu espaço na internet um espaço de partilha dos meus pensamentos sobre os mais variados temas. Mas também - e porque afinal é o meu espaço - fazer disto o local primordial para dar a conhecer o meu gosto pela fotografia e as fotos que vou tirando.
Ainda não decidi se continuo com conta pro no Flickr, se passo a utilizar o Picassa ou o 500px. Mas queria passar a mostrar aqui o meu trabalho e, para isso, necessitava de dar uma volta ao template. Acho que encontrei a solução ideal para ser um blogue de texto e de fotografia. Está 99% pronto, só me resta perceber como faço para corrigir o bug que mostra as fotografias do topo ao mesmo tempo de cada vez que se faz refresh à página. Se tiverem ideias, avisem!

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

IKEA: a fómula para o sucesso

Deixo aqui o link para o excelente artigo no blogue Semiose, que nos dá a conhecer as conclusões de um estudo de Alan Penn, professor da University College of London e director do Virtual Reality Centre for the Built Environement.
Neste artigo é explicado o porquê de sairmos quase sempre do IKEA com mais artigos do que aqueles que constavam na lista inicial.
Saliento uma das ideias defendidas que considero bastante pertinentes:
Outro objectivo da Ikea, segundo o professor: frustrar-nos. Contrariamente a um supermercado vulgar, onde podemos deslocar-nos de um lote para outro e retornar ao primeiro facilmente, a Ikea instaurou uma caminhada peculiar da qual é muito difícil escapar. Na verdade, as portas que permitem atalhar caminho estão geralmente escondidas.
Para o autor do estudo, os clientes, seguindo o caminho, tendem a pegar nos produtos adiantadamente, com medo de não tornar a encontrá-los mais tarde.

sexta-feira, janeiro 21, 2011

O duplo significado de PR

Presidente da República, mas também Public Relations.
Graças ao texto de Carlos José Teixeira no seu blogue fiquei com uma ideia bem mais clara do papel desta figura de Estado.

Independentemente da decisão que tomaremos no Domingo, é sem dúvida um texto a ler em dia de reflexão.

quinta-feira, janeiro 20, 2011

PiaR a todos os Segundos que Passam

O título deste texto pode não ser o mais criativo, mas evidencia os blogues de comunicação que mais prazer me dão a ler nos últimos tempos. Falo, como já certamente se aperceberam, do PiaR e do O Segundo Que Passou, links que já constam ali na lista dos detectives privados (porquê detectives? leiam a página "sobre").
Sem descurar os perspicazes e humorísticos textos do Rodrigo Saraiva, destaco para este post os textos do Alexandre Guerra, no PiaR, e do Luís Spencer Freitas, do O Segundo Que Passou.
Li ontem um tweet em jeito de provocação sobre o mercado da comunicação que dizia "O mercado da comunicação em Portugal é completamente self-centered. Pouca facturação, muitos egos, muita bullshitada". Desta afirmação, apenas deixo um comentário: é um facto que uma grande parcela dos textos que lemos nos blogues de comunicação focam sobretudo as movimentações do sector e, por estes dias, as guerras existentes entre Consultores (e porque este não é o tema deste texto, apenas deixo a ligação para o post publicado no Apanhado na Rede, cuja ideia principal subscrevo na totalidade).

Os textos do Alexandre e do Luís destacam-se pela perspectiva com que abordam o sector:  em vez de analisarem o mercado e os seus actores, dão o seu ponto de vista sobre a Ciência da Comunicação.
O Luís, num ponto de vista mais profissional e pragmático, não se limita a evidenciar os casos do dia,  conferindo quase sempre ao seus textos um toque de case study, apresentando o problema e as possíveis soluções. Como já tive oportunidade de comentar no seu blogue, o caso #Ensitel foi para mim pragmático: inúmeros posts a evidenciar os erros na abordagem da empresa, mas pouquíssimos a apresentar possíveis soluções. Eu sei que ninguém está aqui para oferecer serviços de consultoria de graça, mas a ideia por detrás da social media, em especial dos blogues, é partilhar conhecimento. Não é por acaso que os blogues com mais visitas e que mais atraem publicidade são os do tipo "How-to".
Por sua vez, os textos do Alexandre são, para mim, o que de melhor há neste mercado. Não sei se é Professor Universitário, mas é certamente uma profissão a considerar. A forma como prende a atenção do leitor e a perspectiva académica com que aborda as temáticas são um deleite para quem gosta de conhecer o dark side da História da Comunicação. Para os interessados, faço aqui a referência a dois textos que estão no meu top: um mais recente e outro mais antigo já abordado neste blogue.

A meu ver fazem falta, na social media, mais comunicadores assim.

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Mudança de paradigma nas RP: Parte II

Porque causa desta resposta do Luís Paixão Martins, a discussão sobre o texto anterior tem-se feito no Facebook do Luís.
Como disse nos meus comentários, não percebo a conotação negativa que se deu ao texto anterior, nem porque foi percebido que estaria de alguma forma a criticar a crescente visibilidade que os profissionais de RP estão a ter. A troca de opiniões já vai longa, mas gostaria apenas de rematar a minha opinião sobre o tema com alguns esclarecimentos:

1. Não me identifico como "jovem profissional de RP". Exceptuando os estágios de realizei como assessora de imprensa, desde cedo que a minha carreira enveredou mais para o marketing e estratégia empresarial (áreas complementares, mas diferentes). No entanto, sou formada na área e estou atenta ao sector e, por isso, conheço a profissão o suficiente para notar esta alteração de comportamento dos profissionais de RP;

2. O porquê da expressão "trabalhar na sombra" ter sido negativamente conotada ainda estou para perceber. Até há bem pouco tempo saiu um artigo na revista Economist que abordava o lado obscuro das Public Relations, artigo elogiado por profissionais experientes do sector, como Alexandre Guerra no blogue PiaR, Rui Calafate em It's PR Stupid! e pelo próprio Luís Paixão Martins no seu Lugares Comuns. A própria expressão Spin Doctor, muitas vezes mal conotada, refere-se a este lado obscuro das RP, que o artigo da revista Economist refere, lado este "que pressupõe luta de poder, guerras de bastidores, mentiras, ilusões, uma lógica dos “fins justificam os meios” (citando o Alexandre Guerra, que desmontou o artigo original de forma brilhante);

3. Disse a Joana Mil-Homens que "A malta dos blogues e twitters, sejamos francos, é conhecida apenas aqui, no 'meio". Certo, mas o meio não é apenas povoado por profissionais do sector, mas por profissionais das mais variadas áreas que passam a ter um maior conhecimento do sector da comunicação, fruto dessa presença mais activa dos consultores de comunicação;

4. Facto curioso: o Facebook do Luís tem mais comentários do que as visitas existentes a este blogue no dia em que publiquei o texto. Somando a isto as prováveis visitas ao próprio blogue do Luís, dá para perceber que muitos comentaram sem ler o texto original. Os profissionais de RP podem não gostar de ler que "gostam de aparecer", mas as vantagens de se ser o "Top of the mind" estão à vista.

Por fim, um último esclarecimento, já deixado no Facebook: "De forma alguma critiquei negativamente a posição de um consultor de comunicação dar-se a conhecer ao mercado como especialista que é. Aliás, refiro no texto que essa visibilidade se deve, tal como refere o Luís Paixão Martins, ao facto de trabalharem num mercado concorrencial. E percebo perfeitamente essa posição até para se evidenciarem dos chamados "relações públicas" de discotecas algarvias. Com o texto apenas evidenciei essa mudança na profissão: cada vez mais o público conhece a cara do profissional, a forma como este vê a profissão e o sector."