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segunda-feira, março 05, 2012

leituras da semana: Facebook, iBookstore, Pinterest e outras

Ao longo da semana vou guardando no Instapaper os artigos que pretendo ler ou reler mais tarde, o que, normalmente, só acontece durante o fim de semana. Quando me apercebo tenho mais de 50 artigos por ler, sem contar com alguns que ficaram das semanas anteriores. Da semana que passou destaco as seguintes notícias e trends:

Facebook Timeline para páginas
aqui destaquei alguns artigos que analisam as recentes novidades no Facebook e apenas acrescento o post do Techcrunch que sintetiza bem as novidades mais importantes ao nível da Timeline para páginas.

Fragmentação nas livrarias digitais
O site mediabistro noticia que a Apple não venderá na iBookstore a edição ebook no novo livro de Seth Godin porque o mesmo inclui, na bibliografia, links para outras obras suas à venda na Amazon. O autor expressa o seu descontentamento com estes novos gatekeepers da cultura: "We’re heading to a world where there are just a handful of influential bookstores (Amazon, Apple, Nook…) and one by one, the principles of open access are disappearing."

Tráfego móvel
De acordo com o estudo da Chitika, noticiado pelo TNW, o tráfego online a partir de dispositivos móveis disparou 35% no último ano. Apesar deste crescimento, os computadores ainda são responsáveis por 89.45% de todo o tráfego na Internet. Importa ainda realçar que, no período das 8h às 10h da manhã, o tráfego móvel atinge uma quota de quase 20% de todo o tráfego web registado nesse período (quantos de nós não tomam o pequeno almoço ou o primeiro café da manhã a ler notícias no smartphone?).

Pinterest
É a rede social do momento e são vários os artigos que destacam as mais valias do Pinterest para a marcas e dicas de como aproveitar esta onda: The Marketers Guide to Pinterest11 ways to use Pinterest as a brandMeet Your Pinterest Customer.

Podem ver outros artigos que guardei no meu perfil no delicious.

terça-feira, janeiro 17, 2012

Apagar bookmarks no Safari

Não é comum partilhar aqui artigos "how-to", principalmente porque abundam os blogs e fóruns na web dedicados a este tema. Contudo, trata-se de uma solução que ando, literalmente, há meses a tentar encontrar e nada. Nem nas pesquisas no Google, nem pedindo ajuda nas redes sociais, zero.

http://moultonstudio.com
O problema: apagar bookmarks no Safari. Pelo que li, desde que a Apple disponibilizou a última versão do Safari que é um quebra cabeças apagar bookmarks desorganizadas, só sendo possível seleccionando e apagando uma a uma! A piorar a situação, a sincronização com o iCloud parece ter duplicado a infinita lista de bookmarks. Resultado? Safari demasiado lento e a existência de uma gigantesca lista de bookmarks inúteis (para terem uma ideia, com todas as duplicações, fiquei com 9 mil bookmarks!)

Finalmente, alguém com mais conhecimentos do que eu conseguiu encontrar uma solução para o problema: basta abrirmos o separador das bookmarks no Mac, escrever no campo de pesquisa algo comum à maioria das bookmarks (http ou .com, por exemplo) que automaticamente os resultados da pesquisa passam para a coluna da direita, passando, assim, a ser possível seleccionar todas e apagar. Alerto apenas para apagarem somente as que se encontram em "collections" ou arriscam-se a pagar histórico e bookmarks organizadas que necessitem manter. Outro aspecto que devem ter em atenção é ter a sincronização iCloud desligada nos restantes iAparelhos (iPad, iPhone, etc), para o processo ser mais rápido e a sincronização ser feita do zero.

http://moultonstudio.com
No final, basta voltar a activar o iCloud e voilà, ficamos com o Safari bem mais rápido e sem bookmarks inúteis.

Podem ler o artigo original, aqui.

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Adenda: De facto, tudo funcionou às mil maravilhas, até ligar de volta a sincronização com o iCloud. Quando activo esta funcionalidade no Mac apenas disponho de duas opções "cancel" (ficando sem sincronização) ou "merge", duplicando a minha lista limpa no iMac com a confusão de 9 mil bookmarks no iCloud. Para já, deixo a sincornização off até descobrir como fazer reset às bookmarks do iCloud, mas, pelo que leio em fóruns, não é tarefa fácil.

Adenda 2: Parece que consegui encontrar a solução definitiva neste artigo.

domingo, junho 19, 2011

O posicionamento da Tsunami

Não sei qual é o oficial, mas bem que podia ser "mediano no preço e na qualidade".
Há cerca de um mês o portátil desligou-se de um momento para o outro. Levamos a um daqueles quiosques de assistência nos centros comerciais e esperamos duas semanas pela inesperada notícia "a motherboard" foi à vida..."

Ou seja, um portátil que custou cerca de 600€ no Natal de 2007 durou três anos e meio. É verdade que nunca tinha dado problemas de maior, mas o primeiro a dar envia-mo logo para a sucata.

Curiosamente, aconteceu exactamente o mesmo ao tsunami da minha cunhada... Três anos e meio de vida e caput, motherboard para o lixo (e não pensem que era problema do modelo, porque era completamente diferente, numa gama superior).

Desde então comecei a ponderar nas alternativas. Com o iMac em casa não tenho necessidade de um portátil potente, até porque nos últimos anos o portátil tinha vindo a ser usado como computador de secretária, mal saindo de casa. Com a compra do iMac ficou a servir para aqueles momentos em que apenas estamos a pesquisar na net em frente à tv ou para fazer coisas que exigem menos concentração e preferimos ficar na sala. Por isso, neste momento tenho de dar resposta a duas questões:
1 - Com o iMac e face ao uso que estava a dar ao portátil, necessito mesmo de o substituir?
2 - Se sim, opto por um "net pc", mais em conta, com maior capacidade de armazenamento e que suporta software mais tradicional ou por um iPad, mais caro, mas mais "portátil" e mais adequado ao uso que estava a dar ao tsunami?

Como neste momento a prioridade é a casa e férias, tenho tempo para ponderar nesta questão, convenientemente até à chegada do novo iPad, lá para o início do próximo ano ;-)

terça-feira, fevereiro 08, 2011

Igreja Católica adere ao iPhone

Como se pode ler num dos comentários, esta notícia parece saída do Inimigo Público, mas foi publicada pelo jornal i:
A Igreja Católica já aderiu à moda da Apple a aprovou uma aplicação para iPhone que ajuda os católicos na prática da sua fé, através da confissão. ‘Confissão’ é o nome da aplicação capaz de ajudar os fieis num "exame de consciência personalizado"

quinta-feira, outubro 21, 2010

iMac: primeiras impressões

Mês e meio depois, lá recebi a esperada chamada da promais.
Aos poucos e de forma natural a marca Apple vai entrando cá em casa. Há um ano atrás tornei-me numa iPhone user e posso garantir que neste momento não quero nenhum outro smartphone: a simplicidade de uso, a forma como as apps são intuitivas e se adaptam ao nosso dia-a-dia, a segurança de saber onde se encontra o iPhone através do MobileMe, tudo isto fazem com que não me arrependa da escolha que fiz.

Um ano depois, eis que entra um mac cá em casa, não um mac qualquer, mas o mac's dos mac: iMac! O uso ainda tem sido pouco, ando a habituar-me aos menus e ao funcionamento. Não é a primeira vez que utilizo Mac, já o havia feito na faculdade nas cadeiras de vídeo (a sala de vídeo era unicamente equipada com Mac, daqueles antigos com um monitor comprido atrás e que havia em várias cores) e num estágio numa agência de comunicação (obviamente só usavam Macs). Com estas duas experiências, cedo me apercebi que trabalhar imagem e vídeo tinha de ser em Mac, mas constatei igualmente que os produtos Apple (creio que na altura pouco mais havia do que Macs e iPods, pelo menos de forma massificada cá em Portugal) não eram para qualquer bolsa. Mas a verdade é que não há Macs baratos porque também não há Macs maus. Já tive três portáteis Windows em 10 anos. O primeiro esteve comigo durante um ano e deu tantos problemas que a marca viu-se obrigada a substituir-me por um novo. O novo durou cerca de dois anos até começar a ser natural ver ecrãs azuis. Comprei o segundo, que ainda o mantenho. Não é um mau portátil para as coisas básicas, mas é uma arrastadeira quando uso o Lightroom ou o Photoshop, sendo recorrente o uso do botão de reiniciar. Mas a verdade é essa, foram ambos portáteis de gama baixa: 1Gb de RAM, 120 de disco rígido e placa gráfica fraquinha. Claro que me custaram 1300€ o primeiro (no ano 2002 os portáteis ainda eram bastante caros) e 900€ o segundo. Que se podia esperar? Mas sempre disse que no dia em que pudesse dispensar mil e tal euros por um computador, iria ser Mac.

Em primeiro lugar, estou perplexa com os tempos de arranque e de encerramento do iMac. É uma diferença brutal! Tal como é de espantar o tempo que um Photoshop demora a abrir.. pode ser apenas impressão inicial, mas parece-me que demora segundos! Ontem na brincadeira (meio a falar a sério) comparei a dizer que quando ligava o windows tinha tempo de ir à cozinha adiantar o jantar.

Agora é tempo de explorar o bicho para poder me aperceber a sério o tempo que vou poupar na edição de fotos, processamento de texto e outras tarefas. Li hoje no twitter o @Va5co a dizer que a vantagem de um Mac era podermos nos concentrar unicamente com o trabalho que estamos a desenvolver e por isso mesmo, por não haver tempos de espera de resposta do sistema. Por enquanto, posso confirmar que tem sido assim.

quinta-feira, julho 29, 2010

Saldos

Odeio-os.

Acabamos sempre por encontrar peças que compramos com 20%, 30% ou 50% de desconto. Ficamos sempre com o peso na consciência de "podia ter esperado mais um bocado...", como se tivessemos de comprar os artigos quando os comerciantes assim o ditam e não quando necessitamos deles.

É por isso que sou cada vez mais adepta de marcas como a Apple (há outras, mas nestes dias só me lembro desta :p).
Os preços são sempre os mesmos, o ano todo, independentemente do local onde os compramos.
São marcas que nunca nos desiludem, que afirmam "Se precisa, compre quando lhe for conveniente. Não se vai arrepender".

(isto porque o leitor de blu-ray que comprei há dois meses custa agora menos 20€)

segunda-feira, julho 26, 2010

É tudo uma questão de €uros

Na era da tecnologias, dos gadgets e do ritmo vertiginoso a que surgem novidades, somos diariamente tentados a investir as economias.
Smartphones, computadores, e-book readers, netbooks, leitores multimédia... a oferta é grande e para todos os bolsos, mas no final das contas tudo se resume a: quanto posso investir?

Numa primeira análise, deixamo-nos levar pelo lado emocional e vemo-nos a dizer coisas como "Dava-me mesmo jeito para x" ou "Podia finalmente fazer y" ou ainda "É o gadget ideal para z".
Quando nos confrontamos com o preço, normalmente sempre acima dos 200/300€, passamos ao lado mais racional: "Mas vou dar mesmo uso?", "Já não tem um xpto que faz isso?".

O exemplo mais recente é o iPad. Não é um iPhone, não é um netbook, não é um e-book reader. Mas tem caracterísicas dos três. O problema é que, embora seja quase um tudo em um, o facto de termos um iPad não nos permite prescindir de nenhum dos anteriores (excepto o e-book reader, provavelmente o único gadget que nunca me despertou qualquer interesse). E com esta análise passamos à terceira fase, um mix entre o racional e o emocional: "É verdade que já tenho um portátil, mas assim podia ler as notícias e navegar na net sem ter de perder tempo a ligar o portátil" ou, no meu caso "Já tenho um iPod touch e já leio os feeds ao pequeno almoço, mas assim fazia-o num ecrã maior, com uma experiência totalmente diferente".
As razões que apontamos para comprar ou não comprar são infinitas e todos arranjamos desculpas/motivos para qualquer uma das decisões.

Neste momento, o meu problema não é o iPad, embora aquando do seu lançamento tenha sido uma das ingénuas a afirmar "mas aquilo é um iPhone gigante e nem faz chamadas!" e agora arranjo n desculpas para querer um. Mas não, a menos que me ofereçam um ordenado chorudo, não está nos objectivos comprar um iPad. Mas o meu problema continua a residir no mundo Apple e a questão é: compro este ano um iMac 21' ou espero pela versão com processador i5?

Enquanto me decido, vou continuar aqui no windows a ver se avanço na tese.