Foi uma das perguntas à qual a empresa ForeSee Results pretendeu dar resposta, aplicando um inquérito a quase 10 mil visitantes dos 40 principais sites do Reino Unido.
De acordo com os dados divulgados pela eConsultancy, apenas 3% dos inquiridos afirmou ter visitado o website do retalhista após uma interacção com a marca numa qualquer rede social.
Por outro lado, a principal influência/motivo para visitar o website foi mesmo a familiaridade com a marca (e não é isso o mais importante, ser-se reconhecido no mercado?).
É apenas mais um estudo (disponível aqui após registo) e a própria eConsultancy aponta alguns aspectos que certamente influenciaram o resultado:
One thing these stats also don't tell us is the kind of journey that the customer may have made before visiting the website. There are plenty of paths to a website that customers may have taken which include some kind of social media or other influence.
For example, customers may see a new offer or product from a retailer they follow on Facebook, and then head for the website later via a search engine (...)
Another issue here is which of the top 40 retail websites in the UK are actually running effective social media campaigns. Social media is a relatively new marketing medium and many brands are still finding their way.
For example, while Boots is one of the retailers in the top 40, yet I can find no Facebook or Twitter accounts for the company, while John Lewis only recently created a Facebook page. With just 21,000 followers (so far), this is unlikely to drive significant volumes of traffic at the moment.
Este estudo vem, assim, comprovar alguns pontos importantes, bem evidenciadas no texto da eConsultancy:
- As marcas não devem descartar as técnicas de marketing online já testadas e com provas dadas, em detrimento da social media;
- Mas também não devem se assustar com as evidências destes estudos, antes devem estudar bem os meios e perceber de que forma podem tirar partido destes;
- Acima de tudo: "make sure that interactions on social media meet the needs and expectations of customers".
Para quem se interessa minimamente por Internet Marketing e redes sociais, este estudo vem apenas comprovar o que há já algum tempo se tinha tornado óbvio.
Mas é bom surgirem mais estudos destes, para que os gestores e empresários possam abrir os olhos quando os gurus chegam às reuniões com propostas unicamente assentes em social media (ou qualquer outro meio/ferramenta que esteja na moda).
Como diz o bom-senso, a melhor opção é (quase) sempre juntar a inovação ao conhecimento já adquirido.






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