Antes da existência de telemóveis, portáteis, agendas electrónicas e outros gadgets, já existiam as "to-do list" e nem um dos maiores cérebros que a humanidade já conheceu dispensava estes auxiliares de memória.
Robert Krulwich e o ilustrador Wendy MacNaughton produziram para a NPR a ilustração que se segue, com base em informações encontradas num novo livro "Da Vinci's Ghost: Genius, Obsession, and How Leonardo Created the World in His Own Image" de Toby Lester. Segundo a autor, Leonardo Da Vinci costumava viajar com um pequeno caderno pendurado na cintura, e "sempre que algo chamava a sua atenção", ele fazia uma nota, ou começar a "desenhar furiosamente."
Para Krulwich, esta lista é o exemplo do que o cérebro pode fazer quando vagueia livremente: "Quando precisamos de trabalhar, esforçamo-nos por nos concentrar. Esta abordagem também pode inibir a imaginação. Às vezes, é importante considerar informações irrelevantes, para olharmos com atenção para todas as associações escondidas nos locais mais recônditos do cérebro".







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