A Internet teve o condão de conceder a incrível oportunidade de chegar directamente a compradores de nichos com mensagens segmentadas, as quais custam uma fracção da publicidade com grandes orçamentos. (...)
Uma das principais técnicas daquilo a que Seth Godin chama o complexo televisivo-industrial é a interrupção. De acordo com este sistema, os criativos das agências publicitárias ficam sentados em escritórios chiques, sonhando com formas de interromper as pessoas para que prestem atenção a uma mensagem de sentido único (...)
Ao serem obrigados a competir com o novo marketing da Internet, centrado na interacção, informação, partilha de conhecimentos e escolha, os anunciantes já não conseguem fazer chegar as mensagens ao destino com anúncios simplificados acerca dos seus maravilhosos produtos. Dado que, actualmente, uma pessoa vê em média centenas de mensagens comerciais por dia, concebidas para favorecer os vendedores, as pessoas já não confiam na publicidade. Deixámos de estar receptivos, se é que reparámos nela, sequer.
A Internet é diferente. Em vez da interrupção de sentido único, o marketing da Internet consiste em oferecer conteúdos úteis no momento exacto em que um comprador necessita desses mesmos conteúdos.
Scott, David Meerman, 2007. As Novas Regras de Marketing e Relações Públicas. Porto: Porto Editora
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