É já nesta madrugada de Domingo para Segunda que são revelados os comerciais mais caros do ano, uma pechincha de 3,5 milhões de dólares por 30 segundos.
A pergunta que todos os gestores querem ver respondida é: valerá a pena o investimento? Os milhões de visualizações, em directo e posteriormente no YouTube, têm impacto? Em termos de notoriedade certamente terão, mas e em vendas? O buzz em torno da marca resume-se aos dias/semanas posteriores ao Super Bowl ou alastra-se por todo o ano?
O blog Business Insider dá a resposta relativa aos spots mais memoráveis de 2011: o da VW e o seu miúdo que procura dominar a "força", o da Chrysler com a intrínseca ligação à cidade de Detroit e, não menos memorável embora pelas piores razoes, o da Groupon e o seu desastre de PR com a gaffe do Tibete.
Em termos de retorno financeiro, a WV foi a destacada campeã e vai repetir a fórmula mágica novamente este ano. Quanto à Chrysler, o seu spot contribuiu mais para o crescimento da cidade de Detroit, mas as vendas do modelo publicitado ficaram aquém das expectativas. Contudo, fica a questão (não respondida pelo artigo), de qual o impacto global na empresa, fruto do posicionamento que marcou com o spot.
Quanto à Groupon, os resultados foram bem imediatos e bastante visíveis, com consequências na reputação da empresa.
Podem conferir os dados aqui.






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