No dia em que Portugal recebe um guru das redes sociais, leio uma notícia que me relembra que andamos tantas vezes com os olhos postos no exterior que nos esquecemos de ver o que de bom se faz cá dentro.
Um consórcio liderado pela Universidade de Lancaster (Reino Unido) e que inclui as universidades do Minho, Lugano (Suíça) e Duisburg-Essen (Alemanha), desenvolveu um protótipo de ecrã social, um dispositivo que valoriza a presença física dos utilizadores e interage com estes. Através do bluetooth do telemóvel torna-se possível, por exemplo, procurar notícias online, enviar mensagens, expor a presença no Facebook, votar em inquéritos ou mesmo receber cupões promocionais.Se tecnologias como o gowalla e fourquare já permitem que as marcas ofereçam descontos a quem faz check-in nas suas lojas (coisa que só lá para o ano 2015 chegará a Portugal..), imaginem chegar a uma rua e através do telemóvel pesquisar "Vestido preto passagem de ano" e automaticamente receberem um desconto numa loja que se encontra a 200 metros de distância. Ou então escreverem "Braga" e surgir no ecrã a agenda cultural desse dia ou mesmo o horário dos transportes. A equipa do projecto apresenta outras potencialidades da tecnologia:
Um consórcio liderado pela Universidade de Lancaster (Reino Unido) e que inclui as universidades do Minho, Lugano (Suíça) e Duisburg-Essen (Alemanha), desenvolveu um protótipo de ecrã social, um dispositivo que valoriza a presença física dos utilizadores e interage com estes. Através do bluetooth do telemóvel torna-se possível, por exemplo, procurar notícias online, enviar mensagens, expor a presença no Facebook, votar em inquéritos ou mesmo receber cupões promocionais.Se tecnologias como o gowalla e fourquare já permitem que as marcas ofereçam descontos a quem faz check-in nas suas lojas (coisa que só lá para o ano 2015 chegará a Portugal..), imaginem chegar a uma rua e através do telemóvel pesquisar "Vestido preto passagem de ano" e automaticamente receberem um desconto numa loja que se encontra a 200 metros de distância. Ou então escreverem "Braga" e surgir no ecrã a agenda cultural desse dia ou mesmo o horário dos transportes. A equipa do projecto apresenta outras potencialidades da tecnologia:
O ecrã público vai-nos permitir afixar determinado panfleto ou dizer que passámos (ou vamos passar) num espaço a certa hora. Ao partilhar este meio de comunicação percebe-se o que os outros estão a fazer, mas, em simultâneo, o ecrã representa algo do que cada um quer. Por exemplo, seleccionar palavras: o sistema pega nelas e vai buscar notícias alusivas, via feeds, refinando depois a pesquisa com outras palavras sugeridas por mais pessoas.Imagine-se ainda a loja de fruta que ao fim do dia decide lançar uma promoção de morangos. Recorrendo aos ecrãs públicos na vizinhança, divulga logo a promoção e possibilita, a quem se interessar, recolher um cupão electrónico que dá direito a desconto nos produtos. Imagine-se igualmente um programa para incentivar as crianças a caminharem até à escola e para o qual foi concebido um jogo, que faz com que, ao passarem pelos ecrãs públicos nesse percurso, surja um conhecido personagem de animação que as saúda, actualizando-lhes o seu progresso e o dos colegas e permitindo-lhes recolher pontos que podem ser trocados por pequenos prémios.
Os primeiros ecrãs-protótipos começam a ser colocados este mês em zonas públicas do distrito de Braga, pelo Departamento de Sistemas de Informação (DSI) da Universidade do Minho.






1 comentários:
Olá Angela.
Não me admira que Braga seja das primeiras cidades a ter os ecrãs públicos e claro, louvo mais uma iniciativa e inovação da DSI da Universidade do Minho.
Por aqui (Londres) vês já algumas aplicações para Smartphones (eu uso Blackberry) que te oferecem algumas funcionalidades semelhantes. A experiência é rica, interactiva e gratificante - sabe bem ganhar descontos só por seres "info-incluido"!
Obrigado por partilhares.
Antonio
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