Foi relatado como o primeiro caso do género, mas suspeito que não será o único num futuro próximo:
Compreendendo a necessidade de medidas pouco convencionais em situações anormais, não posso deixar de colocar algumas questões, nomeadamente no que diz respeito à privacidade do arguido. Quantos de nós não têm sessões permanentemente abertas nas redes sociais, seja nos smartphones/tablets ou mesmo no computador, onde com um simples click qualquer pessoa pode aceder à nossa conta? Se estamos dispostos a essa quebra de privacidade quando o "perigo" é um update brincalhão de um amigo/familiar nosso, tenho sérias dúvidas se seremos tão permissíveis quando o risco é outra pessoa saber antes de nós que fomos notificados pelo tribunal.
Mais grave do que isto é saber que os nossos dados são tudo menos privados para empresas como o facebook. Depois de tanta polémica sobre a política de privacidade nas várias redes, queremos mesmo que assuntos tão sensíveis como problemas com a justiça sejam tratados por vias tão "sociais"?






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